terça-feira, 17 de setembro de 2013

COTIDIANO. De Adelivan Ribeiro, poeta, escritor e jornalista

Cotidiano

Acorda-se, levanta-se, e se olha o mundo,
Este último quando muito.
Café, sair, fazer, comer, trabalhar, estudar, concluir.
É a rotina do dia a dia.
Algo que vai e vem, a passo e passo,
Sem mais e, muitas vezes, sem menos.
É o cotidiano.
Repetem-se atos, e às vezes fatos, sem se saber o porquê.
E é o cotidiano, inevitavelmente.
Mas, e se se fizer diferente: acordando-se, respirando-se, sentindo-se, levantando-se e brincando-se de viver!
Olhando o mundo e encarando desafios!
Será melhor? Ou pior?

(Adelivan Ribeiro, poeta, escritor e jornalista. In Textos Avulsos)

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